Wanderlei e Christiane
Eram amigos no tempo de escola. Na verdade os dois estavam se tornando muito mais que amigos, coisa de adolescentes. Se encontravam sempre no intervalo das aulas e na saída do colégio. Estavam naquela época em que nada mais importa, apenas estar ao lado um do outro era o suficiente para que se sentissem felizes.
Passados cinco meses de namoro a época das férias estava chegando, e os dois não poderiam mais se encontrar porque o pai da Christiane não deixaria, o namoro ainda era segredo. Com um aperto enorme no coração, Wanderlei decidiu que era a hora de se revelar para o pai de sua namorada. Medo, muito medo.
O pai de Christiane era um homem muito sério e muito rigoroso com a formação de sua filha, e certamente não iria gostar nem um pouco da história. Mesmo assim ela arriscou:
-Pai, tenho que te contar uma coisa.
-Diga filha.
-Estou namorando.
-Não está mais. Eu não deixo!
-Mas pai você nem conhece ele e...
-Não interessa, você não pode namorar antes dos dezoito. Estude primeiro!
-Mas pai, já eu passei de ano mesmo namorando com ele há cinco meses e isso não prejudicou em nada as minhas notas e além do mais...
-Cinco meses?! Você esteve namorando em segredo nos últimos cinco meses?!
-Sim... – Disse ela pálida.
-Ai meu Deus. E quem é ele?
-Um menino lá da escola.
-Qual o nome?
-Wanderlei.
-E o que esse Wanderlei quer com você?
-Ele quer te conhecer pai. Disse que quer vir aqui sábado para almoçar.
-Tá. Vou conhecer ele.
-Obaaaa! Te amo pai!
-Calma lá mocinha. Eu disse que quero conhecer ele, não que aprovo.
-Você vai amar ele pai!
-Mas sábado eu vou precisar viajar a trabalho. Tenho um jantar em outra cidade, então não vou poder ficar conversando com ele até de noite. Se sua mãe estivesse viva cuidaria dos dois, mas como ela já se foi será preciso que eu confie em você. Me prometa que ele vai para casa e que eu não vou encontrar ele aqui no outro dia de manhã.
-É claro que eu prometo! Yupiiiiiiii!
E no sábado genro e sogro finalmente se conheceram. No começo o mais velho hesitava mostrar qualquer tipo de satisfação com aquele momento. Mas ao longo do almoço e na continuidade da tarde foi aos poucos se abrindo. Mérito do garoto, que conseguiu convencer o sogro que era o cara certo para cuidar de Christiane.
O tempo passou, e estava chegando a hora do pai da moça fazer sua viagem de negócios. Evidentemente ele pediu para que o rapaz fosse embora. Antes de sair, Wanderlei convidou a namorada para ir na missa no dia seguinte. Como o sogrão estava no banheiro se arrumando com pressa, não presenciou esse convite.
Então o homem foi viajar e o garoto foi para casa no mesmo momento. Os dois namorados passaram a noite toda conversando pela internet, e combinaram que ele iria tomar café na casa dela antes da missa.
Acontece que naquele final de semana era a mudança do horário de verão, e Wanderlei acabou chegando na casa da namorada às cinco e meia da manhã do dia seguinte. Ela, sonolenta, acordou e foi abrir a porta para ele. Ele ficou muito encabulado com o engano e pediu desculpas, e é claro que ela desculpou. Como ainda estava muito cedo para a missa, os dois foram dormir mais um pouco, pois a longa noite na internet foi cansativa.
Não deu outra, o pai da menina chegou e pegou os dois cochilando na cama. Wanderlei ficou uma semana no hospital e saiu de lá com uma perna e um braço engessados.
Passados cinco meses de namoro a época das férias estava chegando, e os dois não poderiam mais se encontrar porque o pai da Christiane não deixaria, o namoro ainda era segredo. Com um aperto enorme no coração, Wanderlei decidiu que era a hora de se revelar para o pai de sua namorada. Medo, muito medo.
O pai de Christiane era um homem muito sério e muito rigoroso com a formação de sua filha, e certamente não iria gostar nem um pouco da história. Mesmo assim ela arriscou:
-Pai, tenho que te contar uma coisa.
-Diga filha.
-Estou namorando.
-Não está mais. Eu não deixo!
-Mas pai você nem conhece ele e...
-Não interessa, você não pode namorar antes dos dezoito. Estude primeiro!
-Mas pai, já eu passei de ano mesmo namorando com ele há cinco meses e isso não prejudicou em nada as minhas notas e além do mais...
-Cinco meses?! Você esteve namorando em segredo nos últimos cinco meses?!
-Sim... – Disse ela pálida.
-Ai meu Deus. E quem é ele?
-Um menino lá da escola.
-Qual o nome?
-Wanderlei.
-E o que esse Wanderlei quer com você?
-Ele quer te conhecer pai. Disse que quer vir aqui sábado para almoçar.
-Tá. Vou conhecer ele.
-Obaaaa! Te amo pai!
-Calma lá mocinha. Eu disse que quero conhecer ele, não que aprovo.
-Você vai amar ele pai!
-Mas sábado eu vou precisar viajar a trabalho. Tenho um jantar em outra cidade, então não vou poder ficar conversando com ele até de noite. Se sua mãe estivesse viva cuidaria dos dois, mas como ela já se foi será preciso que eu confie em você. Me prometa que ele vai para casa e que eu não vou encontrar ele aqui no outro dia de manhã.
-É claro que eu prometo! Yupiiiiiiii!
E no sábado genro e sogro finalmente se conheceram. No começo o mais velho hesitava mostrar qualquer tipo de satisfação com aquele momento. Mas ao longo do almoço e na continuidade da tarde foi aos poucos se abrindo. Mérito do garoto, que conseguiu convencer o sogro que era o cara certo para cuidar de Christiane.
O tempo passou, e estava chegando a hora do pai da moça fazer sua viagem de negócios. Evidentemente ele pediu para que o rapaz fosse embora. Antes de sair, Wanderlei convidou a namorada para ir na missa no dia seguinte. Como o sogrão estava no banheiro se arrumando com pressa, não presenciou esse convite.
Então o homem foi viajar e o garoto foi para casa no mesmo momento. Os dois namorados passaram a noite toda conversando pela internet, e combinaram que ele iria tomar café na casa dela antes da missa.
Acontece que naquele final de semana era a mudança do horário de verão, e Wanderlei acabou chegando na casa da namorada às cinco e meia da manhã do dia seguinte. Ela, sonolenta, acordou e foi abrir a porta para ele. Ele ficou muito encabulado com o engano e pediu desculpas, e é claro que ela desculpou. Como ainda estava muito cedo para a missa, os dois foram dormir mais um pouco, pois a longa noite na internet foi cansativa.
Não deu outra, o pai da menina chegou e pegou os dois cochilando na cama. Wanderlei ficou uma semana no hospital e saiu de lá com uma perna e um braço engessados.
5 comentários:
Triste, se for real. Mas também é uma ótima desculpa. Ir à missa. Por que não pensei nisso antes?
;)
CamilaRufine
Se eu fosse a mãe do garoto daria outra surra bem dada ao chegar em casa, filho meu não seria burro assim...
ai ai ai...que dó...
bju maurécio.
haushusahusha
coitadinho
burrinho msm :P
eu nao faria algo assim
acho eu
:P
Você é mau, Maurício!
ahshahshahshahs
Jah sei ateh daonde tu tirou esta história!!
ashahshahshahshhahshas
=**
Ps.: Ela eh quase real!!!
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